terça-feira, 22 de novembro de 2016

Sem BB e sem brasileiros

Em sua melhor corrida, Nasr garantiu 40 milhões para a Sauber em 2017.
Pode não ser suficiente.

O futuro do Brasil na F1 vai ficando cada vez mais sombrio. No final da semana passada o Banco do Brasil confirmou a retirada do patrocínio da Sauber, ficando apenas como apoiadora da carreira de Felipe Nasr. Porém, com um valor muito menor: estima-se que a instituição destinava cerca de 15 milhões de euros ao projeto da Fórmula 1. Este valor será reduzido para cerca de 5 milhões.

Primeiramente, vamos ser sinceros: no meio de uma crise financeira como a que o Brasil está passando, é um absurdo que uma empresa estatal destine um valor desses para bancar a carreira de um esportista em uma modalidade cada vez mais voltada para bilionários. O BB anunciou ontem que vai fechar 402 agências em todo o país e oferecer um plano de demissão voluntária. Ou seja, pessoas que se esfolaram para passar em um concurso público ficarão desempregadas. Não há nem que se falar em F1, ou qualquer esporte. Aliás, faria muito bem a Caixa se também retirasse os patrocínios aos clubes de futebol no Brasil.

Voltando à Fórmula 1, complica-se bastante a situação de Nasr na Sauber. A equipe suiça anunciou a renovação de contrato de Marcus Ericsson. Na disputa pela segunda vaga, além de Nasr, estão Esteban Gutierrez e Pascal Wehrlein. O mexicano tem muito dinheiro. O inglês tem o apoio da Mercedes e Toto Wolf já sondou Monisha Kaltenborn sobre a possibilidade de colocar seu pupilo no time suiço. Com isso, Nasr ainda poderia tentar alguma coisa na Manor.

A situação da Sauber é um retrato fiel do que é a F1 atual. Felipe Nasr pode não ser brilhante, mas desde que estreou foi o responsável pelos grande momentos da equipe na categoria. Com os dois pontos obtidos em Interlagos, o brasileiro praticamente garantiu a metade do orçamento do time para 2017, com a premiação de 40 milhões de dólares que a equipe receberá pela décima colocação no mundial.

Quer dizer, o cara consegue grana para a equipe na pista, mas não tem grana fora dela. E a equipe prioriza a grana que consegue de fora, no caso, com o sueco Marcus Ericsson, um piloto bem limitado tecnicamente.

O fato é que estamos bem próximos de uma situação a qual não estamos habituados: desde a estreia de Emerson Fittipaldi, em 1970, o Brasil sempre contou com pelo menos um representante na categoria principal do automobilismo. Isso está bem próximo de acabar.

Um comentário:

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